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24/04/2019

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Lançada plataforma para valorizar empresas brasileiras que oferecem oportunidades aos refugiados

24042019 venezuelanoO Pacto Global e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) com o apoio da ONU Mulheres lançaram a plataforma digital Empresas com Refugiados. A ferramenta tem como principal objetivo valorizar práticas de empresas brasileiras que estejam gerando oportunidade de empregabilidade para refugiados que buscaram abrigo no Brasil. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca mais esta ação de inserção social.

A proposta dessa ação é que sejam encontradas na página práticas corporativas, bem como informações gerais, materiais de referência, pesquisas relevantes e orientação sobre o processo de contratação. 

Interiorização+Humana

O municipalismo tem trabalhado frequentemente essa temática da inserção social, inclusive na maior mobilização municipalista do país. Durante a XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a CNM em parceria com o governo federal, ONU e agências, e parceiros da sociedade civil lançaram a campanha que busca incentivar e promover uma interiorização de migrantes venezuelanos de forma mais responsável pelos Municípios brasileiros.

Ações internas também têm sido adotadas pela CNM. A entidade já possui em sua equipe de trabalho duas migrantes venezuelanas que residiam em Brasília assistidas pela Cáritas Brasileira (umas das instituições parceiras da campanha). As venezuelanas Yully Terán e Marvelis Farias atualmente trabalham, respectivamente, nas áreas do Núcleo Social e Assessoria Internacional.

Refugiados no Brasil

Em 2017, foram solicitados o reconhecimento de 33.866 da condição de refugiado no Brasil. O número cresceu em 2018 quando os pedidos chegaram a cerca de 80 mil solicitações, sendo a maioria de venezuelanos.

De acordo com os dados do Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça, até o final de 2018, o Brasil já havia reconhecido 10.522 refugiados provenientes de 105 países. Dentre eles, a Síria, República Democrática do Congo, Colômbia, Palestina e Paquistão. O reconhecimento como refugiado é fundamentado por situações de fundado temor, perseguição relacionada à raça, religião, nacionalidade, pertencimento a determinado grupo social ou opinião política.

Da Agência CNM de Notícias, com informações da ONU Mulheres

 


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