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Notícias
16/05/2016
CNM e CGLU apelam aos Estados membros da ONU para que as cidades sejam ouvidas na Habitat III

Na véspera das audiências para as autoridades locais em Nova York no âmbito da Habitat III, os governos locais e regionais buscam levantar vozes para exigir aos governos nacionais que levem em conta o trabalho que os governos locais, a sociedade civil e os movimentos sociais têm feito para a discussão da Nova Agenda Urbana. Apela-se aos Estados membros da ONU que acatem as recomendações destes grupos durante as negociações da conferência.
Os governos locais e regionais estão na linha de frente para a gestão dos desafios diários de desenvolvimento urbano e regional. Trabalhamos em todos os âmbitos de governo a temática para que possamos compartilhar nossa experiência e desenvolver as nossas recomendações conjuntas à Habitat III. De maio a outubro de 2016, a Segunda Assembleia Mundial dos governos locais e regionais se reunirá três vezes - em Nova Iorque, Bogotá e Quito - para finalizar as recomendações, sob o espectro municipal, para a Nova Agenda Urbana.
Apelo CNM
Embora os responsáveis pela adoção da Nova Agenda Urbana, fruto da Habitat III, sejam os governos nacionais, quem a implantará serão os governos locais e regionais. No entanto, só os governos nacionais têm um lugar na mesa de decisão.
Dessa forma, apelamos aos governos nacionais para ouvir as cidades e territórios e usar a nossa experiência coletiva e conhecimento para garantir que a Nova Agenda Urbana leve em conta as propostas dos governos locais e regionais, que são responsáveis pela implementação da agenda em nível local. Se isto falhar, a Agenda corre o risco de acabar por ser uma mera declaração de boas intenções com impacto real mínimo, como foi o caso de sua predecessora, a Habitat II.
Convidamos todos aqueles que compartilham esta preocupação sobre os Municípios e desejam incluir uma perspectiva local sobre a Nova Agenda Urbana a aderir à campanha no twitter e facebook usando a hashtag #Listen2Cities e #Habitat3 em suas publicações.
Dessa forma, apelamos aos governos nacionais para ouvir as cidades e territórios e usar a nossa experiência coletiva e conhecimento para garantir que a Nova Agenda Urbana leve em conta as propostas dos governos locais e regionais, que são responsáveis pela implementação da agenda em nível local. Se isto falhar, a Agenda corre o risco de acabar por ser uma mera declaração de boas intenções com impacto real mínimo, como foi o caso de sua predecessora, a Habitat II.
Convidamos todos aqueles que compartilham esta preocupação sobre os Municípios e desejam incluir uma perspectiva local sobre a Nova Agenda Urbana a aderir à campanha no twitter e facebook usando a hashtag #Listen2Cities e #Habitat3 em suas publicações.
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