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22/04/2021

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Cinquenta mil venezuelanos já foram interiorizados no Brasil; evento destaca feito

EBCDesde 2018, 670 Municípios de todos os Estados acolheram venezuelanos que foram interiorizados no Brasil. Evento realizado pelo Ministério da Cidadania (MC), na última quarta-feira, 20 de abril, destacou a marca de 50 mil interiorizados, por meio das ações de auxílio humanitário dos governos municipais, estaduais e federal.

A estratégia de interiorização coordenada pelo governo brasileiro, a Operação Acolhida, conta com o apoio da Agência da ONU (Nações Unidas) para Refugiados (Acnur) e de outras Agências da ONU, bem como de entidades da sociedade civil. O evento contou com a participação de representantes dessas entidades, além de ministros de Estado e de venezuelanos.

Durante a cerimônia, foi mencionada a vocação do Brasil como um dos países que mais acolhe povos de todos os cantos. Por conta da crise econômica, política e social enfrentada no país vizinho, milhares de venezuelanos entraram em território nacional. Dados do governo federal indicam que 260 mil migrantes venezuelanos vivem no país, um em cada cinco venezuelanos recebeu alguma forma de apoio da Operação Acolhida.

Segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 5 milhões de pessoas foram forçadas a sair da Venezuela para procurar melhores condições de vida nos últimos anos. O Brasil é o quinto destino mais procurado. Desde o início dos deslocamentos, estima-se que 260 mil refugiados e migrantes venezuelanos entraram e ficaram no país.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) desenvolve vários projetos em parceria com entidades e governos para atender os migrantes, inclusive refugiados venezuelanos, por meio do Interiorização + Humana e da Operação Acolhida. A Confederação trabalha a temática e incentiva os gestores municipais a aderirem à recepção dos vizinhos sul-americanos e os auxilia no processo.

Em 2019, a entidade acolheu duas migrantes venezuelanas no quadro de colaboradores em Brasília. Saiba mais sobre a estratégia.

Da Agência CNM de Notícias, com informações do Gov.br


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