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10/04/2019

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Desafios e propostas nas áreas de habitação e trânsito em debate na XXII Marcha

10042019 Arena Territorial MobilidadeNa programação paralela da XXII Marcha a Brasília, a arena temática de Ações Integradas de Desenvolvimento Territorial encerrou as atividades no fim da manhã desta quarta-feira, 10 de abril, com desafios e propostas nas áreas de habitação e trânsito.

Entre os temas da pauta, investimento em moradias esteve em destaque. Os debatedores ressaltaram que é preciso pensar em alternativas para que a política habitacional não seja restrita e focada na construção de novas residências.

"A gente imagina desenvolvimento com a cidade crescendo e isso, na nossa visão, é o contrário. Precisamos conhecer profundamente o território e conter para de fato trazer benfeitorias para o cidadão", opinou a prefeita de Conde, na Paraíba, Márcia Lucena.

No Município paraibano, a prefeitura tem investido no projeto Escritório Público de Assistência Técnica. A iniciativa oferece orientação à população mais pobre para a adaptação e a construção de moradia segura.

Representante da secretaria nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano, João Mendes endossou as preocupações dos Municípios. "Ao expandir as cidades, se cria um ônus para o poder público estruturar todos os serviços, de saneamento, transporte, por exemplo". Ele afirmou que a pasta estuda alternativas, como a ocupação de imóveis ociosos da União.

Trânsito e mobilidade

No painel de Gestão de Trânsito e Plano de Mobilidade, o secretário nacional de Mobilidade Urbana do Ministério de Desenvolvimento Regional, Jean Carlos Pejo, demonstrou benefícios que os Municípios podem obter no programa Avançar Cidades.

Construção de calçadas, pavimentação de vias e estudos e projetos de engenharia são alguns dos itens para os quais há financiamento. "Iluminação pública também entra, pois é preciso oferecer segurança às pessoas na mobilidade", esclareceu.

De acordo com o secretário, também está nos planos do ministério a ampliação de apoio técnico federal e estadual, além de um mapeamento de inovações e boas práticas em mobilidade urbana.

Membro da Associação Bike Anjos, Ana Luiza Rangel trabalha para incentivar a inclusão de bicicletas nos planos de mobilidade. Ela apresentou as iniciativas do projetos e destacou a necessidade de integração no transporte público. “A política nacional de mobilidade prevê a sustentabilidade e estimula o uso de meios não motorizados”, ressaltou.

Por Amanda Martimon
Da Agência CNM de Notícias


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