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29/07/2013
Falta de sinalização é uma das principais queixas de turistas
Para os turistas internos e estrangeiros um dos principais problemas nos destinos turísticos brasileiros é a falta de sinalização. E como o Brasil está em uma fase de ascensão do setor, é preciso investimentos e melhorias, reconhece o próprio Ministério do Turismo. A deficiência ou ausência de placas informáticas foi apontada em pesquisa encomendada pelo governo federal.
Ao todo, 20% dos brasileiros que viajaram pelo país, em 2011, classificaram como ruim a sinalização turística nos destinos nacionais. No caso da análise dos estrangeiros, este problema é listado como o 12.º mais importante. Outras questões como a qualidade dos aeroportos, os serviços de telefonia e à internet, as condições das rodovias e os preços estão à frente.
O objetivo é adequar ainda mais os setores à vontade e necessidade dos turistas. Após os últimos dois grandes eventos internacionais - Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – sediados no Brasil, o governo quer melhorar as cidades turísticas para dois ainda maiores: a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Investimentos
De acordo com o MTur, 30 Municípios turísticos, em 17 Estados, devem receber ajuda financeira para adequar os mecanismos de comunicação aos padrões internacionais. Pelas previsões, R$ 7,3 milhões serão divididos entre 13 destinos da Região Nordeste, como Itaparica (BA) São Luís (MA), Parnaíba (PI), Aracati (CE) e João Pessoa (PB), além de Fernando de Noronha. A Região Sul receberá R$ 3 milhões para aplicar em localidades como São Miguel das Missões (RS), Pelotas (RS) Florianópolis (SC), Laguna (SC) e Antonina (PR).
Congonhas, Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João Del Rei e outras cidades de Minas Gerais, de São Paulo e do Rio de Janeiro vão receber R$ 5,5 milhões. No Centro-Oeste, Corumbá (MS), Goiás (GO) e Goiânia (GO) vão dividir o bolo de R$ 2 milhões. Na Região Norte, Belém (PA) contará com R$ 1 milhão para investir em sinalização turística.
Agência CNM, com informações da Agência Brasil
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