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18/12/2015

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Em tempos de crise, prefeito de Charrua (RS) fecha o ano com saldo positivo

18122015_bandeirachurruaA Prefeitura de Charrua, no Rio Grande do Sul, procurou a Confederação Nacional de Municípios (CNM) para destacar o modelo de gestão adotado ao longo do ano, que derivaram em bons resultados para os cofres do Município. A fim de disseminar as práticas adotadas, o Município pontuou o que foi feito, para, com isso, ajudar outras gestões municipais a manter a saúde financeira de suas administrações estável, mesmo em período que todo o país passa por crise econômica.

O prefeito de Charrua, Vanderlei Antônio Semionatto, contou que administrou os recursos do Município guiado pelos seguintes princípios: honestidade na condução com a verba pública; compromisso em relação à demanda de ações e de transparência; e acesso à informação para população, o que, segundo ele, despertou credibilidade para a tomada de ações.

"Nós fomos destacados pelo Tribunal de Contas do Estado com o selo de transparência. Muita informação para o nosso cidadão, porque compreendendo a forma que acontece, ele mesmo pode nos auxiliar", disse o prefeito. "Temos compromisso de tratar da coisa pública com muita seriedade", completou ele que, antes de assumir o cargo eletivo, fez parte do quadro de pessoal da Prefeitura por 23 anos e diz brigar até pela economia de R$ 10,00.

Conforme apontou a Prefeitura, sete práticas foram adotadas para manter o equilíbrio das contas municipais, sendo que três foram destinadas apenas a maneiras de angariar fontes de receita. São elas: buscar recursos extraorçamentários com os governos estaduais e federais; não superestimar a arrecadação de receitas na elaboração do orçamento para evitar um possível resultado negativo (déficit) no fechamento das contas do exercício; e realizar bons projetos para a captação de recursos extraorçamentários.

Charrua possui cerca de 3,5 mil habitantes, com 45% da população indígena. Semionatto lembra que as referidas ações foram essenciais, porque Municípios desse tamanho possuem menos de 10% de investimentos oriundos de recursos próprios. Também reiterou que é fundamental, para tanto, manter uma boa relação com as demais esferas de Poder, "independente do partido político".
"Tenho 550 mil para ser empenhado no Ministério da Agricultura, dentro de um orçamento de R$ 12 milhões. Veja quanto isto representa", disse Semionatto.

Quanto as despesas, a gestão se centrou em três outras atividades. Tornou-se primordial não gastar mais do que o arrecadado e avaliar a adesão a programas e convênios, levando em conta a necessidade de contrapartida do conveniado e os encargos que o Município precisará desembolsar. A Prefeitura também desenvolveu uma central de comprar que permite gerar economia. Nela, utilizou-se de todas as ferramentas que compreendem as licitações voltadas as despesas com investimentos ¬– obras e compra de equipamentos.

"Em 2013, instalamos o sistema de compra, quase não sai mais carta convite. Enfrentamos resistência pela mudança, porque fazíamos pregão até para merenda escolar. Fizemos muita orientação para o comércio local poder participar dos processos e isso gerou muita economia", disse ele.


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