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05/06/2020

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Dia do Meio Ambiente: Bate-Papo debate biodiversidade e ações municipais durante a pandemia

Captura de Tela 2020 06 05 as 16.56.07O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta sexta-feira, 5 de junho, foi o tema do Bate-papo com a CNM desta semana. A atividade contou com a participação da supervisora do núcleo de Desenvolvimento Territorial, Cláudia Lins, e a analista técnica da CNM na área de Meio Ambiente, Sofia Zagallo. As convidadas falaram sobre a biodiversidade e as ações municipalistas durante a pandemia. A apresentação foi do consultor da CNM, Maurício Zanin. Clique aqui para assistir ao programa na íntegra.

Anualmente a Organização das Nações Unidas (ONU) escolhe temas para estimular o diálogo no Dia do Meio Ambiente. Em 2020, o foco é a biodiversidade, para chamar a atenção das pessoas sobre a relação do ser humano com a natureza, especialmente nesse momento da pandemia do novo coronavírus. A biodiversidade, também chamada de diversidade biológica é a variabilidade da vida na terra.

Durante o Bate-Papo com a CNM, as convidadas debateram a relação entre a biodiversidade e a pandemia da Covid-19. “A relação do coronavírus com a biodiversidade é muito forte. Ele é uma zoonose – doença transmitida de animais para humanos – que tem relação direta com a saúde ambiental. Quando o homem impacta no Meio Ambiente, há um desequilíbrio, e isso pode causar certas doenças”, explica Sofia que ainda exemplifica outras enfermidades causada por esse desequilíbrio. “Os últimos casos de doenças de grandes proporções são todas vindas de hospedeiros animais, como o zika, a febre do Nilo, o ebola, gripe aviária, gripe suína”, destaca.

Estudos científicos apontam que novas pandemias podem surgir por causa das transformações do meio ambiente – geralmente resultado das atividades humanas, que vão desde a alteração no uso da terra até a mudança climática.

Papel dos Municípios na proteção da biodiversidade

Ações municipais durante a Semana do Meio Ambiente e boas práticas também foram destacadas na transmissão ao vivo, assim como a importância da aplicação da Lei da Mata Atlântica pelos gestores municipais e o papel do licenciamento ambiental para o desenvolvimento dos Municípios.

“Os Municípios tem atuado nesta temática mesmo durante a pandemia. As secretarias responsáveis por ações ambientais estão atuando integradas com secretarias responsáveis por outras ações que afetam o Meio Ambiente. Temos visto, por exemplo, consórcios na área de resíduos sólidos atuando forte para mostrar a população que os resíduos gerados causam impactos ambientais”, destacou Claudia Lins.

As Unidades de Conservação (UCs) municipais são outros exemplos de como pode acontecer a compatibilização do desenvolvimento econômico com a conservação do meio ambiente. Existem mais de 1.300 UCs municipais distribuídas no país, que oferecem novas experiências e ampliam a proteção da biodiversidade nos biomas brasileiros.

As convidadas também orientaram os gestores municipais sobre quais ações podem ser adotadas, desde o funcionamento dos órgãos ambientais até a coleta seletiva.

 

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Por Sarah Buogo

Da Agencia CNM de Notícias


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